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Três Lagoas,28/08/2026

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Desaparecida há sete meses é encontrada morta


Desaparecida há sete meses é encontrada morta Izabele Cristine da Silva Santos / Foto: Redes Sociais

O corpo de Izabele Cristine da Silva Santos, de 30 anos, desaparecida havia cerca de sete meses, foi localizado nessa quinta-feira (27) em uma área de Inocência, na região leste de Mato Grosso do Sul. Duas mulheres suspeitas de envolvimento no crime foram presas temporariamente em Campo Grande e Cuiabá.

A investigação foi conduzida pela Polícia Civil de Inocência. Uma das suspeitas foi presa na quarta-feira (26), em Campo Grande, durante ação com apoio do Garras. A segunda investigada foi localizada em Cuiabá, onde o mandado de prisão foi cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso.

Desde o desaparecimento, os investigadores realizaram levantamentos, análise de dados, cruzamento de informações e diligências para reconstruir os últimos passos de Izabele. Com o avanço das apurações, foram reunidos elementos que indicaram a possível participação das duas mulheres.

Segundo a Polícia Civil, a investigação aponta que Izabele teria sido agredida nas proximidades de um estabelecimento e depois levada para dentro do imóvel. A suspeita é de que o conflito tenha começado por causa de entorpecentes que pertenceriam às investigadas.

Ainda conforme a apuração, a vítima teria sofrido agressões e sido morta durante a madrugada com golpes de um instrumento cortante na região do pescoço. Depois do crime, o corpo teria sido colocado em uma cova e coberto com terra para dificultar sua localização.

As informações obtidas durante as diligências permitiram aos policiais identificar a área onde o corpo estaria escondido. O cadáver foi localizado nesta quinta-feira e será submetido a exames médico-legais e perícias para confirmação da causa da morte e de outros detalhes do crime.

As investigações continuam para esclarecer a participação de cada suspeita e verificar se outras pessoas estiveram envolvidas. A ação teve apoio do Garras, da Seção de Investigações Gerais de Três Lagoas e da Polinter da Polícia Civil de Mato Grosso. O caso é apurado inicialmente como homicídio qualificado por motivo torpe e ocultação de cadáver.




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