Instituto criado por senadora de MS reúne grandes empresas e amplia diálogo político
Foto: Reprodução Uma nova instituição voltada à formulação de propostas para o desenvolvimento do país foi lançada em Brasília e tem origem política em Mato Grosso do Sul. Idealizado pela senadora sul-mato-grossense Tereza Cristina, o Instituto Diálogos nasce com a proposta de promover debates econômicos e discutir políticas públicas em áreas estratégicas para o Brasil.
A senadora, que também foi ministra da Agricultura, preside o Conselho de Administração do instituto. A presidência executiva ficará a cargo do jornalista Inácio Muzzi. A entidade foi criada após cerca de dois anos de articulação com representantes do setor produtivo e especialistas de diferentes áreas.
O instituto foi estruturado em parceria com oito grandes empresas ligadas principalmente ao agronegócio e à infraestrutura. Entre os sócios fundadores estão Banco Itaú, Cargill, Yara International, Corteva Agriscience, Cocamar Cooperativa Agroindustrial, FS Bioenergia, Hidrovias do Brasil e Tereos.
Entre os principais temas que devem orientar os debates do instituto estão agronegócio, geoeconomia, produtividade, mercado de trabalho, previdência, infraestrutura, energia e segurança alimentar. A proposta é reunir lideranças do setor público, privado e acadêmico em ciclos de estudos, seminários e eventos técnicos.
Durante o lançamento em 25 de fevereiro, Tereza Cristina afirmou que o instituto surge como um espaço permanente de reflexão sobre o futuro do país e de construção de propostas concretas para o desenvolvimento nacional.
Segundo a senadora, a iniciativa busca enfrentar a visão histórica de que o Brasil é sempre “o país do futuro”, sem conseguir sustentar ciclos de crescimento econômico. A ideia é reunir conhecimento técnico e experiências de diferentes setores para formular projetos capazes de ampliar a competitividade e o desenvolvimento sustentável do país.
O Instituto Diálogos se apresenta como uma entidade apartidária e sem fins lucrativos. As propostas discutidas deverão ser transformadas em estudos, relatórios, seminários e publicações voltadas a gestores públicos, universidades, organizações da sociedade civil e ao setor produtivo.
A iniciativa reforça o protagonismo de Mato Grosso do Sul em debates nacionais ligados ao agronegócio, infraestrutura e desenvolvimento econômico, áreas nas quais o Estado tem se destacado nos últimos anos.




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