Espaço da Suzano movimenta R$ 100 mil para artesãos e produtores
Foto: Divulgação Suzano Artesãos, agricultores familiares e pequenos empreendedores de Três Lagoas alcançaram faturamento recorde de R$ 100 mil em vendas realizadas no último ano no Espaço Sustentabilidade, iniciativa instalada dentro da unidade da Suzano no município. O projeto completou quatro anos de funcionamento com cerca de 25 mil compras registradas e receita bruta acumulada superior a R$ 240 mil.
A proposta conecta produtores locais ao público interno da empresa, criando uma vitrine permanente para comercialização de artesanato, alimentos e produtos sustentáveis produzidos na região.
Segundo o coordenador de Relacionamento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul, Andreone Souza, o espaço fortalece economicamente dezenas de famílias e amplia a valorização da cultura regional dentro da unidade industrial.
O Espaço Sustentabilidade funciona semanalmente, às terças e quintas-feiras, reunindo parceiros como a Associação Costa Leste de Artesãos de Mato Grosso do Sul (ACLAMS), Associação Três-lagoense de Apicultura (ATLA), Missão Salesiana e representantes da comunidade indígena Ofaié, de Brasilândia.
Entre os produtos comercializados estão peças artesanais, mel e derivados, doces típicos, hortaliças, temperos e itens sustentáveis. Apenas em 2025, o espaço recebeu aproximadamente 7,6 mil visitantes e manteve média mensal superior a 600 consumidores e R$ 9 mil em vendas.
Integrante da diretoria da ACLAMS, Aline Araújo afirmou que o espaço transformou a realidade de muitos artesãos da cidade, que antes produziam sem um canal estruturado de comercialização.
Segundo ela, além das vendas, o projeto proporcionou capacitações, melhoria na organização da produção e incentivo à qualificação dos produtos, permitindo maior estabilidade financeira para diversas famílias.
Outra ação ligada ao projeto é a Feirinha Sustentável, realizada quinzenalmente pela Suzano. O evento reúne agricultores familiares e participantes do projeto Hortas Urbanas, desenvolvido em parceria com a Missão Salesiana, incentivando a produção agroecológica e o consumo consciente.
De acordo com Sadi Silva, a iniciativa contribui para a segurança alimentar, estimula práticas sustentáveis e fortalece a autonomia dos participantes por meio da geração de renda e integração comunitária.




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