Pesquisa aponta disputa acirrada pelas vagas ao Senado em MS
Reinaldo Azambuja aparece com 38,7% das intenções de voto, seguido por Capitão Contar, com 33,7%. Na sequência aparecem Nelsinho Trad (26,1%), Soraya Thronicke (16,6%), Vander Loubet (14,3%), Marcos Pollon (7,7%), Beto do Movimento (5,7%) e Daniel Jú Levantamento divulgado pela Fiems em parceria com o Instituto Opinião mostra um cenário competitivo na corrida pelas duas vagas de Mato Grosso do Sul no Senado Federal nas eleições de 2026. A pesquisa avaliou três cenários diferentes com possíveis candidatos e mediu a intenção de voto dos eleitores sul-mato-grossenses.
Como cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado, os percentuais apresentados representam a soma do primeiro e do segundo voto, fazendo com que o total ultrapasse 100%.
No primeiro cenário, que inclui todos os pré-candidatos avaliados, o ex-governador Reinaldo Azambuja aparece com 38,7% das intenções de voto, seguido por Capitão Contar, com 33,7%. Na sequência aparecem Nelsinho Trad (26,1%), Soraya Thronicke (16,6%), Vander Loubet (14,3%), Marcos Pollon (7,7%), Beto do Movimento (5,7%) e Daniel Júnior (5,1%).
O levantamento também mostra um percentual expressivo de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou nulo. Neste cenário, 28% disseram estar indecisos e 21,8% afirmaram que votariam em branco ou nulo.
No segundo cenário, sem a participação de Marcos Pollon, Reinaldo Azambuja sobe para 43,4%, enquanto Capitão Contar alcança 36,9%. Nelsinho Trad aparece com 30,2%, seguido por Soraya Thronicke, com 19,7%, e Vander Loubet, com 18,1%.
Já no terceiro cenário, sem Capitão Contar na disputa, Reinaldo Azambuja lidera com 45,5%, seguido por Nelsinho Trad, que registra 36,7%. Vander Loubet e Soraya Thronicke aparecem tecnicamente empatados, com 20,8% e 20,7%, respectivamente. Marcos Pollon soma 14%.
O estudo foi realizado entre os dias 25 e 27 de maio com 1.000 eleitores em Mato Grosso do Sul. A pesquisa possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MS-02139/2026.





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